Filipa Taborda

Concluí o Mestrado Integrado em Arquitectura no ISCTE-IUL em 2012, subordinado ao tema “A Refundação do Centro – o caso do Vale de Santo António”, com a proposta de criação de um centro interpretativo e de uma residência de estudantes, servindo de mote para uma reflexão mais alargada sobre o território.

Estagiei e colaborei no atelier QF Project Building, cujos projectos se inserem no âmbito da reabilitação, desenvolvendo um interesse especial por este tipo de intervenção, cada vez mais pertinente no contexto urbano actual e no qual incide, sobretudo a minha prática. Nesta altura surgiu a oportunidade de integrar o projecto Reaction Lx, sob a forma de workshop, o qual juntou arquitectos e designers na procura de respostas a questões urbanas e sociais, no contexto do bairro da Graça. O interesse por este tipo de abordagem, serviu como impulso para a criação do Atelier 106, na sequência, do desenvolvimento, em conjunto com a Marta, do projecto Agulha 40º7, a convite da Câmara Municipal de Gouveia. Esta proposta visa a reflexão sobre a forma de actuação em quatro espaços distintos que caracterizam a cidade de Gouveia, de modo a requalificá-los, promovendo a sua valorização. Neste âmbito da arquitectura social, no início de 2015, surgiu a oportunidade de colaborar no projecto COM.UNIDADE, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, através de “O Nosso Km2”.

No presente, colaboro no atelier JLTP Arquitectos, desde Abril de 2015 e, em silmultâneo, no atelier de decoração DecorAS. A par da prática arquitectónica, escrevo regularmente para a revista, dedicada às artes, “Rua de Baixo”.